terça-feira, 24 de maio de 2011

Vinhos medicinais, o que é e como fazer?


São obtidos pela   maceração (Maceração: Coloca-se a planta ou parte dela em contato, a temperatura ambiente, com determinado veiculo: água, vinho, vinagre, ou álcool; durante um tempo mais menos longo, que pode variar de algumas horas a vários dias)  das plantas  ou de algumas de suas partes em vinho tinto ou branco, durante alguns dias, depois filtrado e conservado em lugar fresco.

Qual erva usar? Depende da finalidade do tratamento; por ex: Vinho digestivo; use carqueja... Etc.


Fonte: Livro Medicina Natural, Editora Três

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quitosana faz mal pra saúde? Todas as respostas sobre a quitosana!

1. O QUE É A QUITOSANA ? A quitosana é uma fibra revolucionária que auxilia a perda de peso e a redução do colesterol, desenvolvido no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Ceará, que tem como constituinte uma fibra natural com tecnologia de produção patenteada por pesquisadores da Universidade Federal do Ceará.

2. QUE FIBRA É ESSA? FALE MAIS SOBRE ESTE PRODUTO? A quitosana é um revolucionário produto natural obtido a partir de carapaças de crustáceos, que apresenta uma alta capacidade de se ligar a gorduras, podendo se ligar de 8 a 10 vezes o seu peso em gorduras, isto significa dizer que cada grama desta fibra captura de 8 a 10 gramas de gordura. Isto representa cerca de 81Kcal. Na dosagem sugerida (3 gramas/dia) pode ocorrer um bloqueio de aproximadamente 220Kcal na forma de gorduras. Desta forma, fica claro que a fibra pode atuar de forma significativa como auxiliar na perda de peso.

3. COMO UMA FIBRA PODE AUXILIAR A PERDA DE PESO? Ao ser ingerida, a fibra se transforma em um gel no estômago, que tem alta capacidade de absorver gorduras. Após serem capturadas pelo gel, as gorduras não podem mais ser aproveitadas pelo organismo, sendo posteriormente excretadas nas fezes junto com esta fibra. Portanto, toda a caloria presente nestas gorduras não será aproveitada pelo organismo. Existem dezenas de estudos clínicos que comprovam esse efeito.

4. ENTÃO ESTA FIBRA NATURAL ATUA DO MESMO MODO QUE O XENICAL? Basicamente sim e a comparação é inevitável. O que difere entre eles é que enquanto a fibra (Quitosana) captura as gorduras dos alimentos atuando como uma esponja, o Xenical (medicamento) atua quimicamente inibindo as enzimas digestivas que dissolvem a gordura. Mas os dois produtos atuam basicamente pelo mesmo princípio: impedindo a absorção de gorduras pelo organismo antes que sejam metabolizadas, anulando o seu efeito calórico.

5. TOMANDO QUITOSANA, QUE QUANTIDADE DE GORDURA PODE SER ELIMINADA POR DIA ? Pela ingestão diária recomendada, a QUITOSANA pode eliminar até 24 gramas de gordura diariamente, o que corresponde aproximadamente 220 calorias a menos na alimentação, que representa algo em torno de 8-10% do total das calorias obtidas da alimentação.

6. ESTE PRODUTO É UTILIZADO EM OUTROS PAÍSES? Claro! A fibra natural QUITOSANA é utilizada a mais de uma década no Japão, onde atualmente existem mais de 10.000 médicos indicando o produto no combate à obesidade moderada e colesterol. A própria QUITOSANA é aprovada pelo FDA, sendo comercializado nos EUA. O produto é também comercializado em vários países da Europa.

7. TOMANDO A QUITOSANA, É NECESSÁRIO FAZER DIETA PARA PERDER PESO? Teoricamente, a QUITOSANA promove a perda de peso sem alteração significativa na dieta alimentar. Entretanto se a pessoa que estiver tomando o produto fizer uma restrição no consumo de carboidratos e proteínas irá obter um melhor resultado, uma vez que o produto atua exclusivamente sobre as gorduras. Por outro lado, se a pessoa fizer uso excessivo de massas (carboidratos) e doces, poderá até ganhar peso, mesmo utilizando a quitosana na dosagem recomendada. É importante lembrar que a prática de exercícios é fundamental para qualquer programa de perda de peso e emagrecimento.

8. A QUITOSANA APRESENTA ALGUMA CONTRA-INDICAÇÃO ? A QUITOSANA está enquadrada no moderno conceito de alimento funcional e não apresenta contra-indicações. Diversos estudos científicos publicados na literatura e em livros confirmam a sua segurança de uso. A única restrição existente é para pessoas alérgicas a crustáceos. Estas pessoas só devem fazer o uso do produto sob acompanhamento médico.

9. VOCÊ FALOU EM ALIMENTOS FUNCIONAIS, O QUE QUER DIZER ESSE NOVO CONCEITO ? O conceito de alimentos funcionais criado recentemente, abrange uma categoria de produtos que estão situados em uma classificação entre os alimentos tradicionais e os medicamentos, pois são alimentos que promovem melhoria para saúde, prevenindo e até tratando alguns tipos de enfermidades.

10. POR FALAR EM ALIMENTOS, ESTA FIBRA PODE SER ADICIONADA A OUTROS ALIMENTOS ?

Sim. Inclusive uma empresa a POLYMAR criada no PADETEC-Parque de Desenvolvimento Tecnológico do Ceará - desenvolveu uma linha de alimentos que possuem esta fibra em sua composição que podem trazer todos os benefícios deste alimento. O primeiro produto desenvolvido foi um Shake que além de promover a perda de peso, auxilia a redução do colesterol. Existe ainda a linha Fybersan e uma linha denominada Quitolife que inclui biscoitos, macarrão, sorvetes e barras nutricionais, tudo com patente registrada no INPI.

11. QUEM FORAM OS PIONEIROS NO ESTUDO DESTA FIBRA NATURAL NO BRASIL ? Os pioneiros nos estudos e pesquisas da fibra no Brasil foram os pesquisadores da POLYMAR dentro dos laboratórios da Universidade Federal do Ceará e

domingo, 22 de maio de 2011

Oito simpatias eficazes para emagrecer


Entre as simpatias para emagrecer existem algumas muito interessantes, cuja eficácia pode ser comprovada através da experimentação. Quem quiser tentar poderá escolher quaisquer umas das abaixo descrita:



1.    Enrolar um barbante em volta do pulso direito, dando tantos nós quantos quilos que se quer perder.
2.    Durante 9 meses consecutivos, no primeiro dia de lua minguante de cada mês, comer somente uma maçã e tomar um copo de leite.
3.    Depois das refeições, permanecer 10 minutos em pé, encostado num umbral.
4.    Toda manhã, em jejum, tomar um copo de água. Não beber água nem durante nem depois das refeições.
5.    Antes das refeições, ingerir uma fruta não muito doce.
6.    Fazer um breve e colocar dentro de rabo de arraia, trazendo o sempre consigo.
7.    Preparar uma solução com uma colher de vinagre e 1/3 de copo de água, tomando-a sempre de manhã em jejum. Repetir a dose por sete dias, exceto se tiver algum problema de pulmão.
8.    Despejar em meio copo de água tantos grãos de arroz quantos quilos de peso se quer perder, deixando tudo em repouso por uma noite. Na manhã seguinte, beber o liquido em jejum, guardar os grãos para utiliza-los da mesma forma por mais 7 dias.  

Fonte consultada: Livro Medicina Natural, editora Três- Pág: 493

quinta-feira, 19 de maio de 2011

PLANTAS MEDICINAIS: óleo de Copaíba

Copaíba
Nome Copaíba "Copaifera longsdorffii!
Nomes populares: Copaíba, Pua-de-óleo, Capaúba
Características morfológicas :
Altura de 5 a 15m, tronco de 20 a 60 cm de diâmetro
Ocorrência:
Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato grosso, mato grosso do Sul, maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio grande do Norte, Rondônia, Tocantins e distrito federal.
Madeira:
Densidade moderada (0,64g/cm³ a 0,86g/cm³ ), superfície lisa ao tato e lustrosa, textura média e uniforme, com grã direita ou irregular, sujeita a empenamentos e com forte tendência ao rachamento, durável e de alta resistência ao ataque de organismos xilófagos.
Utilidade:
Madeira indicada para construção, civil, como vigas, caibros, ripas, batentes de portas e janelas, para confecção de moveis e peças torneadas, cabo de ferramenta e vassoura, para carroçarias. Fornece o bálsamo ou óleo de Copaíba, um liquido transparente e terapêutico, usado também como combustível.
Fenologia:
Floresce de dezembro a julho, dependendo da região.
Os frutos amadurecem de junho a outubro conforme a região, com a planta quase despida da folhagem.

Fonte: Clube da Semente do Brasil
Texto: Carvalho, P.E.R. Espécies arbóreas Brasileiras.
Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2003.
p. 397-404. Vol. 1.
O óleo da Copaíba é transparente, de um branco tirante a amarelo e de um cheiro ativo, constitui excelente balsâmico anti-séptico do aparelho urinário. É um poderoso remédio das blenorragias agudas e crônicas, debelando-as com relativa facilidade depois de pouco tempo de uso. Indica-se também contra hemorragias, tosses e bronquites, doenças de origem sifilítica, moléstias de pele, incontinência das urinas, catarro da bexiga, leucorréia, diarréia, disenteria e urticária.
          

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Água magnetizada

A água é, de todos os corpos inertes, o que mais facilmente se magnetiza e que também comunica melhor a energia de que é portadora.



A água, por si mesma, já é, como o ar, a luz, o calor, um dos elementos primordiais da nossa vida planetária; magnetizando-a, aumenta-se consideravelmente a energia das suas propriedades vitais. Na opinião de todos aqueles que se ocupam de magnetismo sob o ponto de vista curador, a água magnetizada representa um papel muito importante na medicina magnética; de todas as magnetizações intermediárias é a que produz efeitos mais surpreendentes e mais úteis à saúde.


Entre os acessórios dos tratamentos magnéticos, eu encaro a água magnetizada como um dos mais preciosos; empreguei-a muitas vezes, e com a maior vantagem. (Dr. Roullier, 1817)

A água magnetizada é um dos agentes mais poderosos e salutares que se podem empregar; vi-a produzir efeitos tão maravilhosos que eu receava iludir-me, e só pude acreditar depois de milhares de experiências. Os magnetizadores não fazem muito uso da água magnetizada; entretanto ela lhes pouparia muitas fadigas, dispensariam os seus doentes de vários remédios, e acelerariam a cura se dessem a esse meio todo o valor que merece. (Deleuze)

Os efeitos produzidos pela água magnetizada são múltiplos, às vezes são até absolutamente opostos; alternativamente tônica ou laxativa a água magnetizada fecha ou abre as vias de eliminação conforme as necessidades do organismo, pois toda a magnetização direta ou indireta tem por fim o equilíbrio das correntes, e conseguintemente o das funções. O efeito será tônico, quando houver excesso nas funções de eliminação; será laxativo, quando as funções de condensação forem exageradas.

A água magnetizada possui a preciosa vantagem de substituir qualquer espécie de purgantes e de agir naturalmente nas constipações mais recentes. Tomada regularmente, em jejum e nas refeições durante muitas semanas seguidas, acaba quase sempre restabelecendo o equilíbrio das funções e triunfando da inércia intestinal a mais rebelde. Por este meio, restabelece o curso normal das fezes em pessoas impossibilitadas que permaneciam no leito há muitos anos, sem que conseguissem defecar, a não ser por meio de purgantes e clisteres. Algumas vezes, os efeitos purgativos da água magnetizada são muito pronunciados.

No tratamento de um reumatismo articular agudo, não somente as bebidas magnetizadas fizeram cessar uma constipação renitente, mas ainda provocaram trinta e uma dejeções abundantes e infectas, em menos de cinco dias. Longe de enfraquecerem o doente, elas trouxeram uma melhora tal em seu estado, que ele pode levantar-se, apesar de não ter tomado alimento durante os dez dias que esteve no leito.

No tratamento de um tumor do ouvido, complicado de uma hemiplegia da face, a água magnetizada produziu, no espaço de dezoito dias, três a oito evacuações diárias: estas dejeções líquidas não fatigaram de maneira alguma o doente, e livraram-no definitivamente do corrimento purulento do ouvido, primeira causa da hemiplegia, que desapareceu por sua vez cinco meses depois.

Se a água magnetizada tomada internamente, favorece as digestões e secreções, impede o retorno dos acessos nas febres intermitentes e pode reconstituir o organismo por completo, como se fora o melhor dos fortificantes; o seu emprego externo em loções e compressas não tem menos efeitos soberanos, para as feridas, os dartros, as queimaduras, as erisipelas e as moléstias de olhos.

A água magnetizada deve ser empregada como acessório de todo tratamento para auxiliar a ação magnética direta. Receita-se como bebida nas refeições ou nos intervalos; emprega-se também em banhos e loções.

Magnetiza-se a água da maneira seguinte, conforme os recipientes que a contêm:

Para magnetizar um copo d'água, toma-se com a mão esquerda, e com a direita faz-se imposições e passes na superfície do líquido e ao longo das paredes do copo.

Para magnetizar uma jarra ou uma garrafa d'água, deve-se colocá-la desarrolhada na mão esquerda, e fazer com a mão direita imposições e passes na entrada do vaso e ao longo de suas paredes; se o recipiente for muito grande, de modo que não se possa tê-lo entre as mãos, coloca-se-o sobre uma mesa diante de si, envolve-se-o do melhor modo que for possível com os dedos abertos, depois faz-se em seguida imposições e passes com as duas mãos na entrada do recipiente e ao longo das suas paredes.

Para magnetizar um banho, passa-se a mão aberta pela superfície da água, duma extremidade à outra da banheira, mergulha-se-a durante alguns minutos; depois, estende-se as mãos fora da água, para o centro, fazendo passes sucessivos muito lentos sobre a superfície da água.

Proporciona-se o tempo da magnetização ao volume de água e ao tamanho do recipiente. São necessários de dois a cinco minutos para magnetizar um copo ou uma garrafa, e cerca de dez minutos para magnetizar um banho.

Do livro Magnetismo Curador - Alphonse Bué

- Lembramos que, neste caso, a água magnetizada diz respeito à magnetização através do Magnetismo Animal, ou seja, fluido vital oriundo do ser humano, através da imposição das mãos. Em nada tem a ver com águas magnetizadas (imantadas) através de purificadores, jarras ou aparelhos com ímãs. (Blog Magnetismo)

Cura pela imposição das mãos – Comprovações científicas


Há milhares de anos, a cura por imposição das mãos vem sendo praticada em todo o planeta.


Na Igreja Católica, desde a Igreja primitiva até os dias de hoje e especialmente regulamentado no Concílio de Trento, o ato de imposição das mãos permanece sendo utilizado nas ordenações.


Também é uma das ações comuns quando se reza pelas pessoas pedindo a Deus por curas, bênçãos e libertações. Este ato é muito utilizado nas igrejas cristãs, em especial, entre os carismáticos e os evangélicos nas suas orações de intercessão.


A imposição de mãos é um gesto sacramental, referido no Novo Testamento da Bíblia pelo qual, os apóstolos de Cristo ministravam curas e ordenavam os fiéis como os novos missionários, diáconos, presbíteros, pastores e bispos.


As Igrejas Cristãs têm uma longa tradição em adotar práticas que estimulam o crescimento espiritual de seus membros baseadas nas ações de Jesus descritas na Bíblia e uma delas é a prática da imposição de mãos.


O escritor Estrich (2007), ao citar o pesquisador Franz Mesmer, revela que no final do século XVIII ele levantou a hipótese de que durante a imposição das mãos havia um intercâmbio de energia vital sutil de natureza magnética entre curador e paciente.


Ainda segundo o autor, há relatos que a Dra. Justa Smith(1) também comprovou experimentalmente que os campos magnéticos produzem efeitos qualitativamente semelhantes aos das energias curativas, visto que os dois tipos de energia podiam acelerar a atividade das enzimas em solução.


Embora a Dra. Smith verificasse que diferentes enzimas eram afetadas de forma distinta pelas energias curativas, a alteração na atividade enzimática sempre se fazia no sentido de melhorar a saúde celular. A Dra. Smith descobriu ainda, que os curadores também podiam restaurar enzimas danificadas.


Isso demonstra o princípio de que as energias curativas são de natureza entrópica negativa, isto é, elas fazem com que os sistemas se tornem mais ordenados.


Pesquisas adicionais com diferentes curadores mostraram que as energias curativas podiam produzir outros efeitos entrópicos negativos em sistemas químicos não-vivos.


Em seus experimentos a Dra. Smith usou detectores magnéticos de grande sensibilidade para medir campos magnéticos emitidos pelos curadores, embora nenhum jamais chegasse a ser detectado.


Em estudos mais recentes, utilizando detectores magnéticos ultra-sensíveis, constatou a ocorrência de aumentos, pequenos, porém mensuráveis, no campo magnético emitido pelas mãos do curador durante o processo de cura.


Assim, embora as energias curativas produzidas pela imposição das mãos sejam realmente de natureza magnética, e alguns de seus efeitos sobre os sistemas biológicos assemelhem-se qualitativamente àqueles causados por campos magnéticos de alta intensidade, elas são extremamente difíceis de detectar com os aparelhos de mensuração convencionais.


As pesquisas da Dra. Dolores Kriger(2) demonstraram que as energias dos curadores podiam aumentar os níveis de hemoglobina nos pacientes, um fenômeno semelhante ao aumento no conteúdo de clorofila em plantas tratadas por um curador.


Esse foi um dos primeiros parâmetros utilizados para efetuar mensurações bioquímicas quantitativas em seres humanos com o propósito de detectar os efeitos das energias curativas.


A Dra. Kriger avançou em suas pesquisas e demonstrou que as pessoas podiam aprender a efetuar curas. Suas enfermeiras-curadoras conseguiam produzir elevações nos níveis de hemoglobina dos pacientes semelhantes àquelas produzidas por pessoas naturalmente dotadas do dom de curar, demonstrando que a capacidade de realizar curas é um potencial humano inato e pode ser aprendido.


Já os experimentos do Dr. Miller(3) realizados com alguns curadores, mostraram que as energias curativas podiam afetar sistemas vivos e não-vivos a uma distância de mais de 559,23 milhas, o que corresponde aproximadamente 900 Km.


As diversas espécies de energias curativas estão associadas a uma variedade de fenômenos. A cura por imposição das mãos poderia ser descrita de forma mais precisa como cura magnética. Ela é realizada com as mãos do curador bem próximas do paciente e seus efeitos tendem a se manifestar principalmente nos níveis físico-etérico de reequilíbrio. De modo oposto, a cura espiritual atua não apenas nos níveis físico e etérico como também contribui para o reequilíbrio dos níveis das funções energética, astral, mental e de outros níveis superiores. Além do mais, a cura espiritual pode ser realizada tanto na presença do paciente como também com o paciente e o curador separados por grandes distâncias.


A energia, na forma de um campo magnético invisível, passa através do sangue, ossos e tecidos, tão facilmente quanto à energia da luz passa através de uma chapa de vidro. Deste modo, pode-se concluir que nós não somos tão somente um corpo físico com um espírito. Mas sim, prioritariamente somos um espírito que se utiliza da matéria.


(1) Drª Justa Smith - Freira franciscana, bioquímica e enzimologista.

(2) Drª Dolores Krieger - Doutora em Filosofia. Professora de Enfermagem na Universidade de Nova Iorque – EUA.

(3) Dr. Robert Miller – Químico.


Edição de texto retirado do blog O Espiritismo e a Cura pela Imposição das Mãos

PLANTAS MEDICINAIS: CATUABA


Nome popular : CATUABA

 Nome científico:    Erythroxylum catuaba, juniperus brasiliesis. Anemopaegma mirandum

Outros  nomes: Tatuaba

Família: Bignoniáceas

Descrição: A catuaba é uma árvore que vegeta nos Estados do norte e nordeste do Brasil. É uma árvore frondosa, de um verde escuro na época do seu florescimento, que é de janeiro a fevereiro. Às vezes, conserva fora do solo raízes adventícias, conhecidas como sapopemas. O caule é constituído por uma madeira vermelha, dura, envolvida por uma casca pardo-escura, sustentando, na parte superior, uma copa de forma oval.
As folhas são compostas, alternas, imparipenada, dotadas de pecíolo lenhoso com um sulco longitudinal. As flores são amarelas, pequenas. O fruto acha se no interior de uma cápsula de forma oval alongada. O fruto é carnoso de cor vermelha.

Parte usada: casca por decoccão.


Uso medicinal: É um poderoso tonificante do sistema nervoso, sendo usado no tratamento da impotência.



Texto escrito por:

Bibliografia:
Livro: As plantas curam    
Alfons Balbach 2ª edição  1995 – Editora Vida Plena

terça-feira, 17 de maio de 2011

Simpatias e orações para curar dor de dente




Simpatia da sexta-feira da paixão


Esta simpatia é muito antiga e eficaz, serve para prevenir dores de dente:

 Em todas  sextas-feiras santa,  corte as unhas de todos os dedos, mãos e pés  em cruz ( corte a unha do polegar da mão  esquerda  e seguida corte a unha do  dedo polegar do pé direito, corte a unha dedo polegar da mão direita e em seguida corte a unha do dedo polegar do pé esquerdo) siga esta seqüência ate ter cortado as unhas de todos os dedos.


Segundo a crença popular para que a dor de dente desapareça imediatamente, como por milagre, basta amarrar com um pano, no pulso contrário ao lado em que está o dente dolorido, uma cabecinha de alho socado.

Outra simpatia bem cotada contra a dor de dente é aquela que ensina  triturar algumas folhas de salsa e mistura-las com um pouco de sal grosso, colocando-as dentro de uma bolsinha de pano, que deve ser introduzida na orelha do lado dolorido. Diz se que seu efeito é imediato.

Existe ainda uma prece dedicada a santa Apolônia, na qual o povo se vale para fazer cessar a dor, consiste ela nas seguintes palavras:


“Bendita Santa Apolônia, que por tua virgindade e martírio mereceste do Senhor ser instituída  advogada contra a dor de gengivas e dentes, te suplicamos, fervorosos, intercedas com Deus das misericórdias para que esta criatura (aqui se pronuncia o nome do doente) fique completamente curada. Senhor, sejas benigno a suplica que vos dirigimos por intermédio  de Santa Apolônia, amém”
Proferida a oração, deve-se rezar um pai nosso, a santa Apolônia e três a santíssima trindade.

Para quem quiser prevenir contra as dores de dentes, a sabedoria popular  recomenda que dependure no pescoço um saquinho contendo um dente  de cadáver ou as patas anteriores e uma posterior  de uma toupeira. Mas se não lhe agradar este conteúdo, substitua-o por uma noz, que parece trazer o mesmo resultado.

Fontes: Sabedoria popular _ Livro Medicina Natural, Editora Três

segunda-feira, 16 de maio de 2011

PLANTAS MEDICINAIS: Marapuama


Nome popular : MARAPUAMA

 Nome científico: Acantthes virilis, ptychopetalum olacoides

Outros  nomes: Marapuama, muiratã, marantã, pau-homem...

Família: Olacáceas

Descrição: Arbusto comum no norte do Brasil. Flores brancas, de perfume penetrante de jasmim-laranja

Parte usada: Hastes e raízes das plantas novas.


Uso medicinal: É um tônico neuro-muscular de primeira ordem.
A decocção da raiz é usada, em banhos e fricções, no tratamento da paralisia e do beribéri.
Internamente, o extrato produz bons resultados nos seguintes casos: Astenias, (cardíacas e gastro-intestinal) ataxia locomotriz, debilidade, gripe, impotência, paralisias parciais, e reumatismo crônico. .



Informações complementares: Para os indígenas, ela é conhecida como mirantã; em Manaus, como marapuama; e em Belém, como mirapuama. A pesquisa no Inpa está tentando determinar o teor dos princípios ativos na raiz, na casca, na madeira, nos galhos e nas folhas. Nos mercados e feiras, é vendida como afrodisíaco”

Fontes: As plantas curam     Alfons Balbach/http://luxodaamazonia.com.br


PLANTAS MEDICINAIS: CORONILHA

Nome popular CORONILHA
Nome científico Scutia buxifolia Reiss
Fotos ampliadas 1
Família Rhamnaceae
Parte usada Cascas do tronco e folhas.
Propriedades terapêuticas Diurética, hipotensora.
Indicações terapêuticas Tônico cardíaco
Informações complementares Origem
Espécie nativa das matas do sul da América do Sul.
Descrição botânica
Pequena árvore ou arbusto de até 6m de altura, com espinhos. Folhas opostas até alternas, inteiras ou com poucos dentes, lustrosas. Inflorescências em fascículos axilares. Flores pequenas, verdes.
Cultivo
Propagação: por sementes, mudas feitas nos viveiros para depois ir a campo.
Plantio: preferir no outono-inverno para realizar o plantio. Mudas devem ser tutoradas.
Florescimento: de outubro a janeiro dependendo da região do estado.
Uso medicinal
Tintura das cascas é usada como tônico cardíaco. As cascas e as folhas são usadas como diuréticas e hipotensoras.
Referências bibliográficas

  • CASTRO, L. O.; CHEMALE, V. M. 1995. Plantas medicinais condimentares e aromáticas: descrição e cultivo. Guaíba: Agropecuária.196p.
  • CORREA, C. J. et al. 1991. Cultivo de plantas medicinais, condimentares e aromáticas. Curitiba, EMATER. 162p.
  • FURLAN, Marcos Roberto1999. Cultivo de plantas medicinais. Coleção Agroindústria, v. 13, 2ed., ver. aum. Cuiabá: SEBRAE/MT,146p.
  • KLEBER, J. et. al. 1991. Guia Rural: Ervas e temperos. Janeiro. P.56-61.
  • MARTINS, E. R. et al. 1994. Plantas medicinais. Viçosa, Impr. Univ.,220p.
  • SIMÕES, C. O. S. et al. 1998. Plantas da medicina popular no Rio Grande do Sul. Porto Alegre, Ed. Universidade, 173p.
  • SMITH, L. B. et. al. 1982. Flora Ilustrada Catarinense: Gramíneas. Itajaí - Santa Catarina.
Colaboração
Rosa Lúcia Dutra Ramos - Bióloga, FEPAGRO, Porto Alegre (RS). Agosto, 2005  Fonte : http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

PLANTAS MEDICINAIS: COMINHO

Nome popular COMINHO
Nome científico Cominum cyminum L.
Fotos ampliadas 1 | 2 | 3 | 4
Família Apiaceae
Sinonímia popular Cuminho
Parte usada Sementes
Princípios ativos Óleo essencial, óleo fixo, resina, tanino, proteínas (aleurona). O teor de óleo essencial aumenta muito com o amadurecimento do fruto.
Indicações terapêuticas Excesso de gases intestinais, atonias gástricas e intestinais, descongestionamento mamário das lactentes,
Informações complementares
Nome em outros idiomas


  • Inglês, Francês: cumin




  • Alemão: Mutterkuemmel




  • Italiano: Comino. Origem
    África.
    Características
    Planta herbácea (fruto não comestível), de ciclo anual, alcança mais ou menos 40cm de altura, de caule ereto, estriado, revestido de pêlos na parte superior, ramoso e com raízes brancas e fobrosas.
    As folhas são alternas, distantes, glabras, recortadas em longos colmilhos, quase capilares. As flores são brancas ou avermelhadas, pequenas, dispostas em umbelas terminais; corola com 5 pétalas.
    O fruto é oblongo, elipsóide, adelgaçado na extremidade, estriado, coroado pelos dentes do cálice pubescente; exala um odor forte, aromático e pouco agradável, e o sabor é acre. As sementes são côncavas. É utilizado na indústria de perfumaria e também aplicado em certos tipos de queijo e pão.
    As sementes do cominho são a base do famoso licôr "Kümmel", ou "Creme de Munique" e de outras bebida licorosas. São muito semelhantes às sementes da alcarávia, distinguindo-se apenas por seus minúsculos pêlos. Pertence à mesma família do funcho, do anís, da erva-doce e da alcarávia.
    Uso medicinal
    É utilizado no combate ao excesso de gases intestinais, as dispepsias putrefativas e fermentativas, as atonias gástricas e intestinais, os espasmos gastrintestinais e as gastralgias nervosas.
    Externamente é usado sob a forma de cataplasma, auxiliando na resolução de abcessos e no descongestionamento mamário das lactentes.
    Uso alimentar
    Inteiro ou moído, o cominho é empregado como condimento e na fabricação de licores. Serve também para aromatizar alguns tipos de queijos, pães e bolos, deixando-os com odor e sabor mais fortes e acres.
    Como usar
    Nas atonias gastrintestinais. Em uma xícara (de chá) com água fervente, colocar 2g de semente de cominho. Abafar por cerca de 10 minutos, coar e beber antes das principais refeições.
    Como chá estomacal. Ferver por 5 minutos em uma xícara (de chá) com água, 1g de semente de cominho, um pedaço de casca de carqueja e 1g de semente de angélica. Coar e beber antes das principais refeições.
    Contra gases intestinais. Macerar por 5 dias 20g de sementes de cominho em 100ml de álcool neutro 60º. Coar. Diluir uma xícara (de chá) em um pouco d’água e beber após as principais refeições.
    Como vinho digestivo. Macerar por 5 dias 30g de sementes de cominho em 1 litro de vinho branco doce. Coar e beber um cálice após as principais refeições.
    Bibliografia
    • Manual de Fitoterapia – Coimbra, Raul; Ed. CEJUPA – Belém/PA;
    • As Plantas Medicinais no Ano 2000 – TAO Ed. – S. Paulo;
    • Plantas que Curam – Sanguinetti, Enio E.; Ed. RIGEL – Poa/RS;
    • O Poder das Plantas – Fasciculos Ed. GLOBO – RJ.
    Colaboração
    João Luiz Dias, arquiteto aposentado pelo Centro Federal de Ensino Tecnológico (CEFET/PA). Setembro de 2006.

    Mais sobre cominho...
    Falso-anis, falso-aneto, kümel, os grãos desta planta são confundidos com outros temperos. O seu aroma é intenso e seu gosto acre é levemente amargo. Provavelmente originário da Ásia central, o cominho é utilizado há muito tempo: os egípcios usavam-no como pimenta e colocavam seus frutos dentro das tumbas, como oferenda. Na Idade Média, o cominho era considerado como um tempero aristocrático, utilizado para temperar as aves a fim de facilitar a digestão.
    Uma especiaria popular ao redor do mundo, especialmente na América Latina, norte da África e Ásia, tem pouca aceitação na Europa, onde é utilizada para temperar queijos na França e Holanda. Típico na Índia, onde é parte do curry em pó e largamente empregado na cozinha tandoori, seus frutos são usados inteiros, podendo ser fritos ou assados antes do uso. Os legumes, especialmente as lentilhas, são temperados com cominho frito na manteiga. Pode ser utilizado em misturas de temperos, polvilhados nos pratos antes de servir. O cominho preto é o fruto da planta de mesmo nome que cresce no Irã e na região norte da Índia, algumas vezes preferida em detrimento do cominho branco.
    Uso culinário
    O cominho faz parte da composição do curry, é utilizado na cozinha oriental e mediterrânea. Na Alemanha, certos pães são temperados com suas sementes. Alguns queijos, como o gouda e o munster, podem também ser feitos com grãos de cominho em seu interior. O cominho também é utilizado moído, em pó, em muitos pratos da culinária árabe.
    Usam-se as folhas e raízes (muito finas, fracas e esbranquiçadas, são aromáticas e consideradas uma "délicatesse" à mesa). As flores pequenas, brancas ou levemente rosadas, não são usadas na culinária, mas originam pequenos frutos, que contêm as sementes, muito aromáticas.
    Usam-se ainda as folhas e os grãos nos preparos de molhos para carnes e peixes, legumes, ovos, queijos e sopas. Na Holanda é comum utilizá-lo em bolos e doces
    Curiosidades
    O cominho foi trazido para a Europa pelos árabes, que lhe atribuíam um poder afrodisíaco.
    A presença de sementes do cominho dentre outros alimentos encontrados no poço funerário de uma mulher da II dinastia do antigo Egito (cerca de 3.700 aC.) nos confirma que esse tempero é conhecido já há bastante tempo.
    A palavra cominho vem do latim cuminum, provavelmente com origens semitas. Em países de língua alemã é freqüentemente confundido com o kümmel, mais popular naqueles locais.
    Colaboração
    Érika Alves Tavares Marques, Bióloga (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
    Fonte consultada

    Mais...
    Wikipedia, sugestão de consulta enviada por Tarsila Sangiorgi Rosenfeld (Comunicóloga, SP). Setembro de 2006.




  • Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp



  • PLANTAS MEDICINAIS: DIDAL

    Nome popular DIDAL
    Nome científico Lafoensia pacari St. HIL
    Fotos ampliadas Flores após 2h de abertura | Cascas secas
    Árvore com a casca do caule retirada para fins medicinais
    Família Lythraceae
    Sinonímia popular Mangava-brava, candeia de caju, copinho, dedal, didal, dedaleira, pacuri, dedaleira-amarela, louro-da-serra, mangabeira-brava, pacari, pacari-do-mato, pacuri e pau-de-bicho.
    Parte usada Casca
    Propriedades terapêuticas Antioxidante, antitumoral, anti-úlcera gástrica.
    Princípios ativos Ácido elágico, taninos.
    Indicações terapêuticas Úlcera gástrica, gastrite, ferimentos, inflamação do útero, transtornos da vesícula biliar, emagrecimento e urticária.
    Informações complementares O documento original foi publicado na Revista NEOgrafias (Campo Grande, MS). Veja no final a referência completa.
    As fotos foram retiradas do trabalho de Vânia Tonello, referência 60 no final desta página.
    Origem
    Possui distribuição geográfica na América do Sul e América Central sendo endêmica no cerrado brasileiro.
    Nesse local, pode atingir de 3 a 30 m de altura ocorrendo, principalmente, em formações secundárias como capoeiras e capoeirões com dispersão ampla, porém, descontínua, nunca formando grandes populações (GUARIM; PRANCE, 1994).
    Por ser nativa no cerrado demonstra ser adaptada às condições físicas desse solo, no entanto, as condições ambientais em que se encontra refletem nas variações de altura ocasionando menor desenvolvimento dos espécimes de cerrado (GUARIM; PRANCE, 1994; TONELLO, 1997).
    Descrição botânica
    As flores, expostas acima da copa de forma ereta ou ligeiramente inclinadas, possuem pétalas de cor branco-amarelada, numerosos estames com anteras razoavelmente grandes, exalam odor desagradável e possuem ântese crepuscular (CORREA, 1978; TONELLO, 1997; POTT; POTT, 1994).
    Todos esses atributos florais sugerem que a polinização de L. pacari ocorra, principalmente, por morcegos (síndrome da quiropterofilia), mesmo havendo produção de néctar constante capaz de atrair outros animais e insetos polinizadores (SAZIMA; SAZIMA, 1975; POTT; POTT, 1994; TONELLO, 1997).
    Os frutos são cápsulas conspícuas com sementes aladas o que favorece a disseminação da espécie através do vento (CORREA, 1978; TONELLO, 1997; POTT; POTT, 1994)
    O termo pacari é de origem indígena (tupi-guarani) significando "árvore de madeira preciosa" concordando com Guarim e Prance (1994) que enquadra essa espécie entre as mais importantes do cerrado mato-grossense para uso medicinal (POTT; POTT, 1994; GREGÓRIO apud TONELLO, 1997).
    Uso etnomedicinal
    Vários levantamentos etnobotânicos registram o uso medicinal de sua casca nos Estados de MT e MS (comunidades de Santo Antônio do Leverger, Alto Coité/ Poxoréu, Baús/ Acorizal, Santo Antônio do Livramento, Rio Branco e entre os raizeiros de Campo Grande e Cuiabá).
    Nessas regiões é empiricamente conhecida como mangava-brava, candeia de caju, copinho, dedal, didal, dedaleira, pacuri, dedaleira-amarela, louro-da-serra, mangabeira-brava, pacari, pacari-do-mato, pacuri e pau-de-bicho sendo que, nos Estados de MT e MS, prevalecem os nomes mangava-brava e dedaleira, respectivamente (ARRUDA, 1994; SOMAVILLA, 1998; GONÇALVES, 1999; DE LA CRUZ, 1997; RESENDE et al., 2003).
    Solon et al. (2000) registram o emprego medicinal dessa droga vegetal no oeste do Paraguai, onde é conhecida como "morosyvó" e empregada oralmente (decocto) para o tratamento de câncer.
    Uso medicinal
    O uso medicinal é amplo com destaque sobre o macerado aquoso para o tratamento da úlcera gástrica e gastrite.
    Sua utilidade também é registrada para ferimentos, inflamação do útero, transtornos da vesícula biliar, emagrecimento e urticária (GUARIM; PRANCE, 1994; DE LA CRUZ, 1997; TONELLO, 1997; SOMAVILLA, 1998; SOLON, 1999).
    Nas indicações de uso oral sugere-se a maceração em água ou vinho, com consumo periódico enquanto persistir o quadro patológico (DE LA CRUZ, 1997; TONELLO, 1997).
    Toxicidade
    Esses autores ainda informam sobre a toxicidade do decocto, provocando náuseas e vômitos.
    Lago (2004), em trabalho recente, buscou verificar o grau de toxicidade aguda e subcrônica das preparações medicinais caseiras (decocto e macerado aquosos) realizadas com a entrecasca de L. pacari. Conforme esse autor, a DL50 avaliada em ratos Wistar não foi alcançada na dose máxima de 5000 mg/kg sugerindo que tanto o macerado quanto o decocto não são capazes de causar danos ao usuário se soluções concentradas forem ingeridas em dose única. Quanto à toxicidade subcrônica dos extratos em diferentes concentrações, o autor afirma ter evidenciado algumas alterações bioquímicas decorrentes, provavelmente, de lesão hepática. Entretanto, também declara ser necessário reproduzir o experimento para obter resultados conclusivos.
    Associações medicamentosas
    Conforme De La Cruz (1997), os raizeiros de Cuiabá também indicam associações medicamentosas de L. pacari com sucupira, jequitibá, barbatimão, salssaparilha, espinheira-santa, purga-de-lagarto e malva.
    Outros usos
    Pelo seu aspecto ornamental e por apresentar bom desenvolvimento em solo no início do processo de sucessão, recomenda-se o uso da árvore para o paisagismo em arborização urbana e em áreas de reflorestamento (LORENZI, 1992; CARVALHO 1978).
    Já a sua madeira, por ser moderadamente pesada, apresentar superfície lisa ao tato e boa durabilidade, é indicada para construção civil (CORRÊA, 1978; LORENZI, 1992; POTT; POTT, 1994; TONELLO, 1997).
    Aspectos farmacológicos
    A coleta do farmacógeno ainda é extrativista sendo, geralmente, realizada no cerrado próximo ao centro urbano. Após retirada do súber e secagem ao sol, a casca é comercializada em sacos plásticos com porções de, aproximadamente, 100 g.
    A produção científica sobre os aspectos químico-farmacológicos de L. pacari iniciou-se com a triagem farmacológica de plantas medicinais de Mato Grosso empregadas como antiinflamatória e anti-úlcera (MARTINS; PINHEIRO, 1996; SARTORI; MARTINS, 1997). Nesse sentido, Sartori e Martins (1997) apontaram essa droga como uma das mais potentes sobre a ação antiúlcera gástrica, entre 8 espécies analisadas.
    Em continuidade, Tamashiro-Filho e Martins (1998) e Tamashiro-Filho (1999) verificaram a ação do extrato bruto metanólico (EBMeOH) da casca em diversos ensaios in vivo em ratos Wistar, após administração oral ou intraperitonial.
    Os ensaios farmacológicos realizados por Tamashiro-Filho (1999) foram: teste hipocrático, toxicidade aguda (DL50), toxicidade subcrônica, motilidade do trânsito intestinal, tempo de sono barbitúrico; tempo de imobilização pressão arterial média, atividade antinoceptiva periférica, atividade antiinflamatória por edema de pata induzido por carragenina e atividade antiúlcera pelos modelos de lesões gástricas induzidas por etanol, estresse hipotérmico, ácido acético e indometacina.
    Os resultados indicaram que a administração oral do EBMeOH não possui toxicidade aparente, entretanto, quando administrado intraperitonialmente apresentou DL50 de 556 (± 40 mg/kg). As alterações da pressão arterial média, motilidade gastro-intestinal e do efeito analgésico periférico, também não foram evidenciadas. Entretanto, os ensaios para efeito antiúlcera atestaram potente atividade dose-dependente (doses variando entre 12,5 a 200 mg/kg) na inibição das lesões de úlcera crônica causada por ácido acético e das lesões gástricas agudas induzidas por etanol, indometacina e estresse hipotérmico (TAMASHIRO-FILHO, 1999).
    Outros estudos biológicos registram a eficácia do extrato aquoso da casca de L. pacari sobre a peritonite aguda induzida por carragenina, ação imunoestimulante sobre a produção de anticorpos contra antígeno timo-dependente, inibição da hipersensibilidade tardia e atividade imunossupressora dependente da dose sobre a síntese de anticorpos anti-ovoalbumina (ALBUQUERQUE; JULIANI; SANTOS, 1996a; ALBUQUERQUE; JULIANI, 1996b ALBUQUERQUE; JULIANI, 1997a; ALBUQUERQUE; JULIANI, 1997b; ALBUQUERQUE; LOPES, 1999).
    O potencial terapêutico do extrato de L. pacari (200 mg/kg, p.o.) em inflamação mediada pela interleucina IL-5 também foi comprovada por Rogerio et al. (2003) em ratos (mices) infectados com Toxocara canis. Apesar da ação antiinflamatória positiva, esses autores afirmam que essa droga vegetal não possui efeito tóxico para o parasita.
    Também é declarada a ação antimicrobiana dos extratos das folhas e da casca sobre Candida albicans e Staphylococcus aureus (PIRES; ARAÚJO; PORFÍRIO, 2003). Segundo os autores, aos extratos obtidos a partir da casca possuem atividade positiva sobre C. albicans e os extratos da folha são ativos sobre os dois microorganismos testados. A potente ação antibacteriana do extrato hidroalcoólico de L. pacari contra bactérias multi-resistentes de origem hospitalar é registrada por Melo-Filho, Lima e Porfírio (2003).
    Até o momento, somente o trabalho de Souza et al. (2002) indica atividade farmacológica negativa. Essa pesquisa avaliou o extrato etanólico das folhas de L. pacari sobre o fungo dermatófito Trichophyton rubrum.
    Aspectos fitoquímicos
    No que se refere a fitoquímica de L. pacari, a literatura científica aponta somente estudos sobre a casca e folha. Nessa última, Salatino et al. (2000) e Santos, Salatino e Salatino (2000) registram a presença de quercetina, 3-O-glucosídeo e 3-O-glucosil-glucosídeo de caempferol. Vale informar que esses estudos visaram auxiliar a determinação do padrão evolutivo da família Lythraceae através de parâmetros quimiotaxonômicos avaliando as substâncias flavônicas de alguns integrantes dos gêneros Cuphea, Diplusodon e Lafoensia. Neste último gênero somente L. pacari, L. densiflora e L. glyptocarpa foram analisadas.
    O estudo fitoquímico sobre a casca foi realizado simultaneamente ao trabalho de Tamashiro-Filho (1999) indicando presença marcante de ácido elágico e taninos relacionados, havendo 14,1% p/p dessa classe química no extrato bruto ensaiado pelo método de Folin-Ciocalteau (SOLON, 1999; SOLON et al. 2000). Realizando o fracionamento químico biomonitorado através de ensaios in vitro sobre o potencial antioxidante (radical difenil-picril-hidrazila: DPPH; xantina oxidase: XO), esses autores ainda afirmaram ser o ácido elágico o marcador químico e o responsável pela potente ação antioxidante de cascas de L. pacari, coletadas no Brasil e no Paraguai.
    Sobre a variabilidade química da casca de L. pacari nativas do cerrado e do pantanal Prette et al. (2004) e Braga et al. (2004) informam que as condições edáficas e climáticas do pantanal no período de chuva são ideais para a produção ou armazenamento de ácido elágico (cerrado: 4,5 mg/g, pantanal: 108% p/p), sendo o contrário observado para amostra coletada no cerrado no período de seca (1,01% p/p).
    Esse marcador químico também foi identificado nas folhas de L. pacari através de cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) (CONTIN; SOLON 2004). Esse resultado, associado à alta capacidade antioxidante do extrato etanólico das folhas, pode indicar a substituição medicinal do farmacógeno (casca) (MARÇAL et al., 2004).
    Atualmente, a comprovada atividade antimutagênica do ácido elágico é o seu principal benefício terapêutico possibilitando sua comercialização para uso oral na forma de cápsulas gelatinosa com distribuição, inclusive, pela Internet (BARCH et al., 1996; LOARCA-PINA et al., 1998; KAUR; GROVER; KUMAR, 1997; THRESIAMMA; KUTTAN, 1996).
    A inibição da atividade da enzima arilamina N-acetil-transferase de Helycobaster pylori pelo ácido elágico, conforme reportado por Chung (1998), sugere o potencial antiúlcera dessa substância o que, logicamente, corrobora o uso popular da casca de L. pacari para o tratamento dessa patologia.
    O efeito antioxidante do ácido elágico também é comprovado em pesquisas diversas (HATANO; YASUHARA; YOSHIHARA, 1989; HASSOUN et al., 1997; SÓLON et al., 2000). Trabalhos como de Hatano; Yasuhara e Yoshihara (1989) e Solon et al. (2000) avaliaram o efeito desse composto sobre a enzima xantina oxidase indicando IC50 de 3,1 µM e 1,1 micro/mL, respectivamente. Em ensaio in vitro, Solon et al. (2000) também indicam efeito de 89% do ácido elágico (100 microg/mL) sobre a descoloração do radical DPPH.
    A amplitude dos efeitos biológicos benéficos do ácido elágico faz da casca de L. pacari uma importante fonte medicinal. Mesmo havendo inúmeras e complexas substâncias químicas nessa droga vegetal, a comparação das atividades terapêuticas do ácido elágico com o uso medicamentoso da casca de L. pacari sugerem a atuação dessa substância como principal composto químico ativo.
    Na busca de subsídios capazes de auxiliar no controle de qualidade da droga vegetal "mangava-brava" ou "dedaleira", Rocha e Resende (2004) determinaram parâmetros morfo-anatômicos da entrecasca de L. pacari. Observaram que a organização geral desse farmacógeno apresenta um felema constituído por vários estratos de células retangulares dispostas de maneira compacta e que exibem parede simples, delgada rica em suberina. Internamente ao felogênio, o feloderme é constituído de células vivas ricas em amido e grande quantidade de cristais prismáticos, dispostos radialmente. Na constituição da casca verificaram, ainda, blocos de células esclerenquimáticas acima do floema. Em toda a extensão da casca foi notada presença de idioblastos com conteúdo mucilaginoso e com fenóis. Estes aspectos não mostraram-se alterados em amostras coletadas no cerrado e pantanal, nos períodos de seca e chuva (BRAGA et al. 2004).
    Outras espécies de Lafoensia Vand.
    Além de L. pacari, somente L. densiflora e L. glyptocarpa foram analisadas sob aspectos químicos e farmacológios. Sobre a primeira (L. densiflora), há estudo fitoquímico aprofundado sobre as folhas reportando presença de diversos compostos quimicamente diferentes, variando entre ácidos triterpênicos, álcool, saponinas, floroacetofenona e flavonóides (RODRIGUES, 1999; SALATINO et al., 2000; SANTOS; SALATINO e SALATINO, 2000). Das flores de L. densiflora, Sakamoto et al. (1995) também indicam haver triterpenos (3beta-acetoxi-11alfa-epoxi-oleanan-28,13beta-ólido, 3beta-acetoxi-12alfa-hidroxi-oleanan-28,13beta-olido, betulina, ácido betulínico, acetato do ácido oleanólico, ácido hexacosanóico e beta-sitosterol), éster graxo do ácido cis-cumárico, éster graxo do ácido trans–cumárico e o açúcar hexa-acetato de manitol.
    Os estudos biológicos de L. densiflora se restringem a ensaios microbiológicos comprovando-se efeito do extrato etanólico das flores sobre Staphylococus aureus e Eschericchia coli e das folhas sobre Cladosporium sphaerosperum (RODRIGUES, 1999).
    Os estudos fitoquímicos das folhas de L. glyptocarpa reportam a presença de saponinas (28-O-beta-D-glucopiranosil do 3beta-O-L-arabinopiranosiloleano-12-en-28-oíco e o 3beta-O-beta-D- glucopiranosil de beta-sitosterol) e flavonóides (3-O-galactosídeo de caempferol e 3-O-glucosídeo) (CARVALHO; CARVALHO; BRAZ-FILHO, 1999; SANTOS; SALATINO; SALATINO, 2000; SALATINO et al., 2000). O pó das folhas e dos frutos dessa espécie, em estudo inseticida sobre o caruncho Acanthoscelides obtectus (Say) (Coleoptera: Bruchidae) em feijão armazenado, ocasionou repelência e mortalidade sobre adultos e ausência de efeito nocivo na oviposição (MAZZONETTO e VENDRAMIM, 2003).
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    Colaboração
    Soraya Solon, Professora de Farmacognosia do Curso de Farmácia da UNIDERP (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal), Campo Grande (MS) - agosto de 2005.
    Adaptado do original
    BRAGA, L. G.; SOLON, S. O gênero Lafoensia vandeli: revisão bibliográfica com ênfase nos aspectos etnobotânicos, fitoquímicos e farmacológicos de Lafoensia pacari ST. HIL (LYTHRACEAE). NEOgrafias, Campo Grande (MS), v.17, p. 49-59, agosto 2005.

    Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

    Capim-cheiroso, vetiiver

    Nome popular VETIVER
    Nome científico Vetiveria zizanioides L.
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    Família POACEAE
    Sinonímia popular Capim-cheiroso, falso-patchuli
    Informações complementares Origem
    Espécie originária da Ásia tropical (Índia, Ceilão e Malásia).
    Descrição Botânica
    Planta mais utilizada para extração de óleos essenciais. Erva perene, de 1,50 a 2,20m de altura, cespitosa, colmos fortes, achatados, verde-claro-brilhantes com perfilhação abundante. Raízes numerosas, pardo-escuras e aromáticas. As folhas são estreitas, longas e rijas, com as extremidades dobradas. Flores em panícula terminal de coloração castanho-arroxeada de 20 a 30cm de comprimento.
    Cultivo
    Propagação: por estacas ou divisão de touceiras.
    Plantio: outubro – dezembro.
    Florescimento: todo o ano no Brasil.
    Referências Bibliográficas
    1. CASTRO, L. O.; CHEMALE, V. M. 1995. Plantas medicinais condimentares e aromáticas: descrição e cultivo. Guaíba: Agropecuária.196p.
    2. CORREA, C. J. et al. 1991. Cultivo de plantas medicinais, condimentares e aromáticas. Curitiba, EMATER. 162p.
    3. FURLAN, Marcos Roberto1999. Cultivo de plantas medicinais. Coleção Agroindústria, v. 13, 2ed., ver. aum. Cuiabá: SEBRAE/MT,146p.
    4. KLEBER, J. et. al. 1991. Guia Rural: Ervas e temperos. Janeiro. P.56-61.
    5. MARTINS, E. R. et al. 1994. Plantas medicinais. Viçosa, Impr. Univ.,220p.
    6. SIMÕES, C. O. S. et al. 1998. Plantas da medicina popular no Rio Grande do Sul. Porto Alegre, Ed. Universidade, 173p.
    7. SMITH, L. B. et. al. 1982. Flora Ilustrada Catarinense: Gramíneas. Itajaí - Santa Catarina
    Colaboração
    Rosa Lúcia Dutra Ramos - Bióloga, FEPAGRO, Porto Alegre (RS). Agosto, 2005 Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp

    PLANTAS MEDICINAIS: UVAIA

    Nome popular UVAIA
    Nome científico Eugenia pyriformis Cambess
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    Família Myrtaceae
    Sinonímia popular Eugenia uvalha, uvaia do Pêra, uvaia do mato
    Propriedades terapêuticas Adstringente, digestivo
    Indicações terapêuticas Controle da hipertensão, diminuição do colesterol e ácido úrico, emagrecimento, potencial de uso no tratamento de HIV, tumores (câncer), malária e processos inflamatórios.
    Informações complementares Origem
    Nativa da Mata Atlântica, Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, mas pode ser encontrava em vários Estados. O nome é indígena, "uvaia" vem do Tupi, e significa ”Fruta ácida”.
    Descrição
    Espécie arbórea, o florescimento ocorre entre agosto e setembro e os frutos amadurecem entre outubro e novembro. O amadurecimento não é uniforme: é comum, inclusive, encontrar flores, frutos verdes e frutos maduros no mesmo ramo.
    A uvaia tem a polpa muito delicada, com a casca bem fina, de um amarelo-ouro ligeiramente aveludado. O aroma é suave e muito agradável.
    Uso medicinal
    Algumas espécies de Myrtaceae são utilizadas como plantas medicinais no Paraguai e Argentina, formando um complexo conhecido popularmente como Ñangapary (Schmeda-Hirschmann et al. 1987, Consolini et al. 1999). Em outras espécies há pesquisas confirmando a presença de substâncias reconhecidamente potenciais para o uso medicinal.
    A infusão de folhas de Eugenia uniflora em água, por exemplo, pode servir para controle da hipertensão, diminuição do colesterol e ácido úrico, emagrecimento e também como adstringente e digestivo (Schmeda-Hirschmann et al. 1987).
    Em folhas e caules de E. moraviana Berg foi isolado o ácido 6ahidroxibetulínico (um triterpeno), o ácido platânico, o ácido betulínico e o b-sitosterol, compostos que tem atraído muita atenção pelo seu potencial de uso no tratamento de HIV, tumores (câncer), malária e processos inflamatórios (Lunardi et al. 2001).
    Nas folhas de E. uniflora e principalmente nas de E. pyriformis Cambess, há flavonóides com propriedades inibidoras da xantino-oxidase, atuando no tratamento da gota humana (Schmeda-Hirschmann et al. 1987, Theoduloz et al. 1988).
    Uso culinário
    Fruto de polpa firme meio fibrosa, muito suculenta, de cheiro e gosto fortes, lembra vagamente uma pitanga no sabor. Dá para comer ao natural apesar de ser ácida. A frutinha é bem alaranjada, clara e brilhante, do tamanho de um limão médio e de semente única e pequena com polpa farta.
    Nada tem a ver com a uva e nem é seu parente distante. É rica em vitamina C. Enquanto a laranja tem em média 40,0 mg de vitamina C, a uvaia tem 200 mg. Tem sabor ácido e doce, ideal para compotas, sorvetes e geléias. Pode ser também consumida como sucos e aperitivos e servir de base para molhos, vinagres, vinhos, licores, doces de massa, pudins e mousses.
    Outros usos
    Espécie arbórea tropical do Brasil pode ser utilizada em programas de reflorestamento e em áreas urbanas e seus frutos apresentam potencialidade de uso industrial. A plantação da uvaia tem ajudado na recuperação de áreas da Mata Atlântica. Seus frutos são muito consumidos pelos pássaros.
    Referências
    1. SCHMEDA-HIRSCHMANN, G., THEODULOZ, C., FRANCO, L., FERRO, E.B. & ARIAS, A.R. 1987. Preliminary pharmacological studies on Eugenia uniflora leaves: xanthine oxidase inhibitory activity. Journal of Ethnopharmacology 21:183-186.
    2. CONSOLINI, A.E., BALDINI, O.A.N. & AMAT, A.G. 1999. Pharmacological basis for the empirical use of Eugenia uniflora L. (Myrtaceae) as anthypertensive. Journal of Ethnopharmacology 66:33-39.
    3. Lunardi, I.; Peixoto, J.L.B.; Silva, C.C.; Shuquel, I.T.A.; Basso, E.A. & Vidotti, G.J. 2001. Triterpenic acids from Eugenia moraviana. Journal of Brazilian Chemical Society 12(2): 180-183.
    4. THEODULOZ, C., FRANCO, L., FERRO, E.B. & SCHMEDA-HIRSCHMANN, G. 1988. Xanthine oxidase inhibitory activity of Paraguayan Myrtaceae. Journal of Ethnopharmacology 24:179-183.
    Colaboração
    Lelington Lobo Franco, Químico-fitologista (Curitiba, PR)
    Fonte: http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/index.asp
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