sexta-feira, 17 de novembro de 2006
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Refrigerante cola 'aumenta risco de osteoporose', diz estudo

Mulheres que bebem regularmente refrigerantes à base da planta cola, como a Coca-Cola e a Pepsi-Cola, podem estar aumentando seu risco de ter osteoporose, segundo um estudo publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition
A pesquisa envolvendo 2,5 mil pessoas, homens e mulheres, revelou que apenas este tipo de refrigerante está ligado à baixa densidade mineral dos ossos em mulheres, independentemente da idade ou de quanto cálcio elas ingerem diariamente.
A osteoporose é mais comum em mulheres que já passaram da menopausa e faz com que os ossos fiquem mais fracos, quebrando-se com maior facilidade.
O estudo liderado por Katherine Tucker, da Universidade Tucks, de Boston, usou informações sobre a dieta das pessoas e a densidade óssea delas na coluna e em três locais dos quadris, as áreas mais afetadas pela doença.
Os homens estudados bebiam uma média de cinco refrigerantes à base de cola por semana, enquanto as mulheres tomavam quatro.
Mulheres, especialmente aquelas preocupadas com osteoporose, deveriam reduzir o consumo de refrigerantes cola.
Katherine Tucker, cientista que liderou o estudo
O consumo das bebidas foi relacionado à menor densidade nos ossos do quadril, mas não na coluna, em mulheres. Já nos homens, não foi descoberta qualquer relação entre osteoporose e os refrigerantes.
Outras pesquisas já haviam indicado que o consumo de Pepsi-Cola, Coca-Cola e similares era prejudicial aos ossos porque substituiria o leite na dieta das pessoas, mas, no estudo da Universidade Tucks, as mulheres que bebiam mais refrigerantes não bebiam menos leite que as demais.
No entanto, a ingestão total de cálcio, incluindo feijão e folhas verde-escuras, era menor nas mulheres que consumiam mais refrigerantes.
Ácido fosfórico
Um ingrediente dos refrigerantes cola, o ácido fosfórico, pode ser o responsável pela ligação com a osteoporose, mas este vínculo ainda não foi completamente estudado.
"Acreditamos que especialmente nesse tipo de refrigerante e em doses diárias, o ácido fosfórico cria uma acidez no sangue. O cálcio seria então retirado dos ossos para que o corpo voltasse a um equilíbrio. Mas esta visão é controversa", explicou Katherine Tucker.
Um porta-voz da Sociedade Nacional de Osteoporose da Grã-Bretanha disse que já havia informações sobre o impacto do ácido fosfórico na saúde dos ossos, mas, segundo ele, "o interessante sobre esse estudo é que as mulheres estudadas tinham uma boa ingestão de cálcio e ainda assim tinham a densidade óssea afetada pelo fato de beberem apenas quatro latas de refrigerantes cola por semana, o que não é muito".
Mas um porta-voz da Associação Britânica de Refrigerantes disse que "não há evidência científica de que o fosfato, usado na forma de ácido fosfórico em alguns refrigerantes, tenha qualquer efeito prejudicial na saúde dos ossos".
"Mulheres, especialmente aquelas preocupadas com osteoporose, deveriam reduzir o consumo de refrigerantes cola".
Katherine Tucker, cientista que liderou o estudo
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Britânicos tratam lesão na medula com terapia magnética

Terapia magnética pode ajudar pessoas com problemas na medula espinhal, segundo médicos do Imperial College London.
Eles aplicaram estimulação magnética nos cérebros de pessoas com danos parciais na medula espinhal.
A terapia levou à melhora nos movimentos dos músculos e dos membros, e aumentou a habilidade de sentir sensações.
Detalhes da técnica - conhecida como Estimulação Magnética Transcranial Repetitiva (rTMS na sigla em inglês) - foram publicados no jornal especializado Spinal Cord.
Um eletroímã instalado no couro cabeludo gera breves pulsos magnéticos. Esses pulsos estimulam o córtex cerebral.
A técnica foi testada em quatro pacientes que têm o que é conhecido como danos incompletos na medula espinhal.
Isso acontece quando a medula espinhal não foi inteiramente cortada, mas o paciente perdeu a habilidade de se mover ou ter sensações abaixo do ponto onde houve o dano.
"Com a rTMS nós poderemos ser capazes de ajudar pessoas que sofreram lesões parciais na medula espinhal", disse o pesquisador Nick Davey.
"Funciona como fisioterapia, mas em vez de repetir um movimento físico, a máquina ativa os nervos sobreviventes para reforçar suas conexões", explicou.
Os pacientes tinham sofrido suas lesões há pelo menos 18 meses e tinham feito reabilitação convencional, incluindo fisioterapia.
O resultado foi uma redução de 37,5% na inibição intracortical, comparado com a fisioterapia convencional.
Uma inibição intracortical mais fraca faz com que mensagens do cérebro passem mais facilmente pela medula espinhal para o resto do corpo.
A redução na inibição intracortical foi acompanhada de melhoras tanto nas funções sensoriais quanto nas motoras, por pelo menos três semanas depois do fim do tratamento.
"Apesar disso, nós precisamos ser extremamente cuidadosos ao interpretar esses resultados, já que só usamos uma amostra pequena de pacientes", afirmou Davey.
O tratamento foi originalmente criado para problemas psiquiátricos, e já foi usado para tratar algums dos sintomas de esquizofrenia.
Fonte: BBC
terça-feira, 5 de setembro de 2006
Suco de fruta pode reduzir risco de Alzheimer em até 76%

Beber sucos de frutas e de outros vegetais com frequência pode reduzir em até 76% a probabilidade de se contrair o mal de Alzheimer, disseram pesquisadores americanos e japoneses.
Os cientistas publicaram suas conclusões na revista especializada American Journal of Medicine, depois de acompanhar quase 2 mil pessoas ao longo de até dez anos.
Pessoas que tomaram sucos de frutas ou de outros vegetais pelo menos três vezes por semana tiveram 76% menos chances de contrair Alzheimer do que aquelas cujo consumo era de apenas uma vez semanalmente.
A conclusão reforça a teoria de que substâncias antioxidantes presentes nas frutas e vegetais – os chamados polifenóis – evitam a acumulação, no cérebro, de proteínas que estão ligadas ao mal de Alzheimer.
A porta-voz da britânica Fundação para Pesquisa de Alzheimer, Harriet Millward, recebeu o estudo com entusiasmo.
Segundo ela, a pesquisa é significativa pela abrangência e pelo longo tempo de acompanhamento.
“A dieta, que quase sempre tem um papel importante no risco de se ter Alzheimer, é um atrativo para a pesquisa porque oferece uma alternativa barata de combate à doença”, afirmou.
Frutas e vegetais podem ainda reduzir o risco de Alzheimer, mantendo sob controle a pressão sanguínea, já que o mal também está ligado à dificuldade de circulação do sangue pelo cérebro.
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
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